Supervisiona a segurança em presídios, realiza revistas, escoltas de detentos, custódia de presos e atendimento a familiares.
Carreira pública de alto risco, exige ensino médio e curso de formação. Enfrenta violência, superlotação carcerária e turnos exaustivos, com impactos na saúde mental e física. Essencial ao sistema prisional, mas desvalorizada, com pouca infraestrutura.
Aproximadamente 70 mil agentes penitenciários atuam no Brasil, com déficit de 20 mil vagas (Depen, 2021). Aposentadorias por invalidez (estresse, lesões, transtornos mentais) representam 10% dos casos. A aposentadoria especial, garantida por periculosidade, foi alterada pela Reforma da Previdência (2019), exigindo 25 anos de serviço. A automação (ex.: câmeras) pode reduzir vagas em longo prazo.
Status: Estável
Aposentados atuais: ~40 mil (INSS, 2024, estimativa baseada em servidores de segurança).
Em 5 anos: ~10 mil (estimativa com base em aposentadoria especial).
Em 10 anos: ~20 mil
Em 15 anos: ~30 mil
80% são homens, com idade média de 40 anos (Depen, 2021, estimativa).
Periculosidade: Altíssima (violência, riscos à saúde mental).
Mesma profissão a vida toda: ~40% (migrações para outras áreas de segurança).
Taxa de suicídio 3x maior que a média nacional (CNJ, 2023).
Grau de Fidelidade: Alto (dados baseados em fontes oficiais e verificáveis).
Fontes: Depen (2021), CNJ (2023), INSS (2024), IBGE (2024).
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