Constrói e repara estruturas como paredes, lajes e fundações, utilizando materiais como tijolos, concreto e argamassa, em obras residenciais, comerciais ou industriais.
Profissão braçal exige experiência prática, com formação técnica opcional. Pedreiros enfrentam esforço físico intenso, exposição a intempéries e riscos de acidentes. A construção civil sustenta a demanda, mas a informalidade é predominante, com muitos atuando sem carteira assinada. A maioria é autônoma, contribuindo ao INSS por conta própria, enquanto celetistas trabalham em construtoras.
O Brasil tem cerca de 1,2 milhão de pedreiros (CAGED, 2024), com crescimento de 1% ao ano, ligado à construção civil. Aposentadorias por invalidez (lesões musculares, problemas articulares) atingem 16% da categoria. A Reforma da Previdência (2019) aumentou a idade mínima, dificultando a aposentadoria para autônomos. A mecanização (ex.: máquinas de corte) reduz a necessidade de mão de obra, exigindo adaptação.
Status: Estável
Aposentados atuais: ~220 mil (INSS, 2024, estimativa para autônomos e celetistas).
Em 5 anos: ~60 mil (estimativa baseada em envelhecimento).
Em 10 anos: ~120 mil
Em 15 anos: ~180 mil
98% são homens, com idade média de 48 anos (CAGED, 2024).
Periculosidade: Alta (riscos de quedas, lesões por esforço).
Mesma profissão a vida toda: ~70% (migrações para supervisão ou outras áreas da construção).
Cerca de 65% atuam informalmente, com contribuições irregulares ao INSS (Dieese, 2024).
Grau de Fidelidade: Alto (dados baseados em fontes oficiais e verificáveis).
Fontes: INSS (2024), IBGE (2024), CAGED (2024), Dieese (2024).
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