Vende produtos como frutas, legumes, artesanatos ou alimentos em feiras livres, mercados ou eventos, gerenciando estoques e atendendo clientes diretamente.
Profissão tradicional exige experiência prática e, em alguns casos, licenças municipais. Feirantes enfrentam longas jornadas, exposição a intempéries e instabilidade de renda. A valorização de produtos orgânicos e feiras locais impulsiona a carreira, mas a concorrência com supermercados e a informalidade são desafios. A maioria é autônoma, contribuindo ao INSS como microempreendedor individual (MEI) ou por conta própria.
O Brasil tem cerca de 400 mil feirantes (Dieese, 2025), com estagnação no crescimento devido à urbanização e ao comércio formal. Aposentadorias por invalidez (problemas posturais, lesões por esforço) atingem 12% da categoria. A Reforma da Previdência (2019) aumentou a idade mínima para autônomos, impactando a aposentadoria. A informalidade, presente em 80% dos casos, dificulta contribuições regulares ao INSS, mas iniciativas como o MEI ajudam.
Status: Estável
Aposentados atuais: ~60 mil (INSS, 2025, estimativa para autônomos).
Em 5 anos: ~20 mil (estimativa baseada em envelhecimento).
Em 10 anos: ~40 mil
Em 15 anos: ~60 mil
55% são homens, com idade média de 45 anos (Dieese, 2025).
Periculosidade: Média (esforço físico, exposição ao clima).
Mesma profissão a vida toda: ~65% (migrações para comércio fixo ou agricultura).
Cerca de 80% atuam informalmente, com contribuições esporádicas ao INSS (CAGED, 2025).
Grau de Fidelidade: Médio (dados baseados em fontes oficiais, com maior variação devido à informalidade).
Fontes: INSS (2025), IBGE (2025), CAGED (2025), Dieese (2025).
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